Um amigo é um bem,
Um tesouro que se tem,
Sóis vós as estrelas,
Que nos guiam mais além.
São momentos bons e maus,
Nesta estrada percorrida,
E digo mais, não vos trocava
Por nada desta vida.
Refrão
E talvez um dia, chegue a hora do adeus,Um amigo é um irmão,
Deixar-vos-ei com pena, amigos meus,
Mas mesmo longe, vós estais perto,
Ao pé de mim,
Pois entre amigos é assim.
Nosso pensar, nossa mão.
Meus amigos que estão aqui
Para vós canto esta canção.
O tempo voa neste instante,
E já estamos de partida,
E digo mais, não vos trocava
Por nada desta vida.
Para uma maior interactividade na disciplina de EMRC, na Escola EB 2,3/S Abel Botelho. de Tabuaço. O blogue terá temas relacionados com a Educação Moral e Religiosa Católica e com todos os assuntos envolventes..
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Um Amigo é um Bem
domingo, 9 de novembro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Perante a adversidade... cenoura, ovo e café...
Uma filha queixou-se à mãe que
sua vida era difícil. Já não sabia o que fazer. Estava cansada de lutar
contra as dificuldades.
A mãe,
em vez de lhe responder com palavras de ânimo, conviou a acompanhá-la à
cozinha. Depois encheu três panelas com água e colocou-as ao fogão.
Numa delas pôs cenouras; na outra, ovos, e na última, pó de café.
Sem nada dizer, deixou que tudo fervesse.
Cerca de vinte minutos depois, desligou o fogão. Retirou cuidadosamente
o que estava dentro e colocou cada coisa na sua tigela.
Em seguida, voltando-se para a filha, perguntou-lhe:
- o que vês aqui?
Ela disse:
- Cenouras, ovos e café.
A mãe pediu-lhe que pegasse nas cenouras. Ela notou que estavam macias.
Pediu-lhe depois que descascasse um ovo. Ela verificou que ele endurecera com a fervura.
Finalmente, pediu-lhe que bebesse um pouco de café. Ela gostou e sorriu. Depois perguntou:
- Mãe, o que é que significa tudo isto?
A mãe explicou que cada um desses produtos tinha enfrentando a mesma
adversidade, mas cada um deles tinha reagido de maneira diferente.
Perguntou-lhe então:
- Qual deles és tu? És como a cenoura que, perante as dificuldades
amolece? És como o voo, que se torna duro? Ou és como o café, que se
torna saboroso?
A filha não
precisou de responder. Percebeu imediatamente que não devia ser como a
cenoura ou como o ovo. O ideal sera ser como o café. A adversidade deve
tornar-nos mais saborosos, mais compreensivos, mais perfeitos no amor.
in Revista JUVENIL, n.º 571. Março 2014
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Brainstorming - O Amor - 8.º ano - 2012/2013
Há um ano, com a turma do 8.º Ano.
Sumário: Brainstorming - tempestade de ideias sobre a Unidade Letiva 1: o AMOR.
Sumário: Brainstorming - tempestade de ideias sobre a Unidade Letiva 1: o AMOR.
quarta-feira, 27 de março de 2013
História da Páscoa - versão infantil... lindo!
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Vida
sábado, 2 de março de 2013
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Jillian Jensen - Who You Are | X Factor USA
Jillian Jensen, de 19 anos, foi desde muito nova vítima de bullying na
escola e procurou sempre apoio na música para se sentir melhor. Este ano
decidiu participar no X Factor e protagonizou um dos momentos mais
emocionantes deste programa. A jovem conseguiu deixar várias pessoas com
lágrimas nos olhos, inclusive o próprio Simon, que recebeu o seguinte
comentário da Demi Lovato: «You have a heart».
Fonte: AQUI
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Ecclesia: Educação, Escola e Família em debate
Debate sobre a educação e a escola e a família e as opções políticas... Procurar escutar sem preconceitos nem teias de aranha, sem ideologias... com os professores Cristina Sá Carvalho (Secretariado Nacional da Educação Cristã) e António Estanqueiro.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Escolhas - Sara Tavares
O manual de EMRC, do 5º ano de escolaridade - Caminho de Encontro - propõe, na Unidade Letiva 4: PROMOVER A CONCÓRDIA, a música de Sara Tavares, Escolhas. Como seres humanos uma das nossas caraterísticas fundamentais é a liberdade. Vivendo em sociedade, a liberdade há de conjugar-se com outros valores. As escolhas que fazemos hoje influencia a nossa vida amanhã, mas também a vida daqueles que nos rodeia. Fica a belíssima música, ilustrada com imagens dos Manuais de EMRC (apoio multimédia) e da Internet:
Parecia fácil, mas havia confusão.Já não sabia se dizer sim ou não.Entrar na onda, era fácil aguentar.O que assustava era como ia acabar.Os pensamentos começaram a correrE, de repente, eu já estava sem saberSe tudo aquilo em que eu sempre acreditara (sempre acreditara),No meio de toda esta loucura,Ia acabar por ser só mais uma mentira.Foi como ouvir alguém dizer:
RefrãoSei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
Tenho liberdade pra viver
A minha vida, mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.
Tinha vontade de deixar de lutar
Contra o que sabia que era melhor evitar.
Só uma vez não iria mudar nada
Pensar no fim é que ainda me assustava.
Os pensamentos começaram a correr (os pensamentos a correr),
Mas, de repente, eu já estava sem saber (estava sem saber)
Se tudo aquilo em que eu sempre acreditara (acreditara),
No meio de toda esta loucura,
Ia acabar por ser só mais uma mentira.
Foi como ouvir alguém dizer:RefrãoSei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
Tenho liberdade pra viver
A minha vida, mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
São sementes... que se tornam árvores!
Uma pinha madura desprendeu-se de um ramo e rolou pela encosta da montanha. Bateu contra um rochedo e foi parar a um terreno húmido.
Muitas sementes saíram de dentro da pinha e caíram na terra. felizes, exclamaram:
- Chegou a nossa hora!
Começaram com entusiasmo a aninhar-se no terreno. Mas, quando chegou o momento de germinar, descobriram que, por serem tantas, sentiam-se incomodadas por estar tão juntas. Uma delas dizia:
- Chega-te mais para lá.
A outra, irritada:
- Não. Afasta-te tu.
Todas discutiam menos uma. Esta semente bela e robusta declarou solenemente:
- Podeis continuar a discutir. Fazei como quiserdes. Mas asseguro-vos que, assim tão juntas, crescereis raquíticas. Não quero nada convosco. Sozinha, irei tornar-me numa árvore grande, nobre e imponente.
Com a ajuda da chuva e do vento, a semente conseguiu afastar-se das suas companheiras e lançar as suas raízes.
Passadas algumas estações do ano, graças à neve, à chuva, e ao sol, tornou-se num magnífico e jovem abeto. Dominava o vale, enquanto os seus companheiros se tinham tornaram num bosque. Ofereciam sombra e frescura repousante aos caminhantes e aos animais da montanha.
Isto não significa que os problemas tenham terminado. Havia sempre algum abeto que dizia:
- Não me toques. Estás a incomodar-me com os teus ramos.
Outro dizia:
- Roubas-me o sol. Chega-te para o lado.
O abeto solitário olhava irónico e soberbo. Ele tinha todo o espaço e o sol que desejava.
Uma noite, veio uma grande ventania. Seguiu-se uma violenta tempestade. Os abetos apertaram-se uns contra os outros, a tremer, mas a proteger-se e a amparar-se mutuamente.
Quando a tempestade acalmou, os abetos estavam extenuados, mas salvos. Todos, menos um. Do soberbo abeto não restava senão uns restos do tronco. Tudo tinha desaparecido.
In. Revista Juvenil, n.º 551, janeiro 2012
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
A mais bela flor do mundo
Havia uma jovem muito bonita que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que pagava muitíssimo bem, uma família unida. O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas. Se o trabalho consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido...

E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois. Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um exemplar apenas em todo o mundo.
E disse a ela: "Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores."
A jovem ficou emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava em casa, olhava a flor e as folhas ainda estavam lá, não mostravam nenhum sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto! Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas. A Jovem chorou muito e contou ao seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu: "Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única assim como seus filhos, seu marido e sua família.
Todos são bênçãos que o Senhor te deu você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a elas, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor lá, sempre florida, sempre perfumada e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!"
E nós? Temos cuidado das bênçãos que Deus tem nos dado?
Patriciana Gomes, in 33catolico a serviço da Igreja.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Parábolas sobre o Céu e o Inferno...
Quando frequentava o sétimo ano de
escolaridade, há uns anos largos, o Livro de EMRC, trazia uma pequena
história/parábola sobre o céu e o inferno:
Dois burros presos um ao outro, com dois fardos de erva, de cada lado. Cada um puxava para o seu monte e a corda não dava para que os dois chegassem ao respectivo monte em simultâneo. Cada um procurava comer do monte de erva que tinha pela frente. Resultou infrutífero. Era o inferno. Numa situação posterior, os dois burros juntaram-se e comeram primeiro de um monte e depois do outro. É o Céu. A partilha leva-nos a lucrar a todos. O egoísmo prejudica-nos a todos.
Uma outra parábola, recolhida sobre esta temática, cuja origem desconhecemos:
Pessoas com um rico manjar pela frente, à base de arroz. Uma condição: para comerem tinham que usar os pauzinhos (comer como os chineses), com dois metros de cumprimento. Cada qual tentava comer o seu manjar, sem se preocupar com o outro, apenas com a preocupação de não deixar nada. Nenhum conseguia comer. Era o inferno. A outra situação mostrava o mesmo manjar delicioso, com as pessoas, alegres e sorridentes, a estenderem a comida à pessoa que tinham à sua frente. Era o Céu. Todos conseguiam comer, saborear, apreciar o outro a comer!!! Partilha e solidariedade.
Por
vezes pequenas gestos decidem a vida e podem alterar o mundo que nos
envolve. A atitude é fundamental. Uns diante das imensas dificuldades
que a vida lhes coloca, lutam, lutam até vencerem. Outros, com tantas
oportunidades mas que não mexem uma palha. Deixam como está. Mas como a
história é dinâmica, deixar como está é contribuir para tornar o mundo
pior.
Não
cabe aos outros decidir. Cabe a cada um de nós. A felicidade bate-nos à
porta, tantas vezes, de tantas maneiras diferentes, em ocasiões
diversas. escolhamos ser felizes com os outros. Se ainda assim for
difícil, deixemo-nos surpreender por Deus...
Outros textos sobre esta temática, neste nosso blogue.
Ao procurarmos uma imagem que ilustrasse este post, encontramos a segunda imagem também blogada e talvez mais fiel à parábola original, aqui!
Ao procurarmos uma imagem que ilustrasse este post, encontramos a segunda imagem também blogada e talvez mais fiel à parábola original, aqui!
domingo, 13 de novembro de 2011
Pedacinho de Deus - 6.º Ano
Se sentes dentro de ti
A vontade de amar
Em gestos que criam fontes
A audácia de sonhar
Mais longínquos horizontes
E o apelo a escalar
Cada vez mais altos montes
Cada vez mais altos montes
Então ...
(Refrão)
Tens em ti um pedacinho de Deus
Tens rumos certos no coração
Desperta o sonho, tens em ti os céus
Liberta a vida da palma da mão
Faz desses rumos os caminhos teus
De Jesus recebeste,recebeste, esta missão
Se sentes dentro de ti
Sempre a sede de gritar
O nome da liberdade
A coragem de falar
A palavra da verdade
E a servir, participar
Na construção da cidade
Na construção da cidade
Então ...
Se sentes dentro de ti
O silêncio inspirar
A paz ao teu coração
Chamando-te a enfrentar
A vida com decisão
E teimas acreditar
Na esperança de um mundo novo
Na esperança de um mundo novo
Então ...
sábado, 16 de julho de 2011
O que podemos aprender com os cães!
- Nunca deixes passar a oportunidade de sair para um passeio.
- Experimenta a sensação do ar fresco e do vento na tua face por puro prazer.
- Quando alguém que amas se aproxima, corre para o saudar.
- Quando houver necessidade, pratica a obediência.
- Deixa os outros saberem quando invadirem o teu território.
- Sempre que puderes tira uma soneca e espreguiça-te antes de te levantares.
- Corre, pula e brinca diariamente.
- Come com gosto e entusiasmo mas pára quando estiveres satisfeito.
- Sê sempre leal.
- Nunca pretendas ser algo que não és.
- Se o que desejas está enterrado, cava até encontrares.
- Quando alguém estiver a passar por um mau dia, fica em silêncio, senta-te próximo e, gentilmente, tenta agradá-lo.
- Evita morder quando apenas um rosnado resolver.
- Nos dias mornos, deita-te de costas sobre a relva.
- Nos dias quentes, bebe muita água e descansa debaixo de uma árvore frondosa.
- Quando estiveres feliz, dança e balança todo o teu corpo.
- Não importa quantas vezes fores censurado, não assumas a culpa que não tiveres e não fiques amuado... corre imediatamente de volta para teus amigos.
in Comunidades e Eu.
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